O que o Brasil fará no programa Artemis?

 


Em uma entrevista exclusiva com o Canaltech, o Carlos Moura que é presidente da AEB, deu alguns detalhes sobre esse acordo. Segundo ele, ainda não existe um projeto fechado, mas existe algumas ideias. No momento, está a procura de parceiros e investimentos. Ele acredita que um dos projetos poderia ser um objeto robótico, o que nós somos capazes de fazer.

Como o Brasil já é forte no setor de mineração e automobilística, o setor de mineração como parceiro é quase óbvio.

Algo que ele vê de imediato, seria à investigação do solo lunar, algo que desse uma conexão com nossas atividades de mineração, geologia. Mas também poderia expandir para outro tipo de experimento científico como o ambiente lunar, ou alguma coisa relacionada a comunicação.

Já existe potenciais parceiros, que são o SENAI, Orbital, Akaer, Fibraforte, UNB, FNDE e entre outras.

"Existe um projeto piloto do FNDE com a UNB para ver como poderíamos introduzir ensino de robótica, se isso der certo, vai ser expandido para toda a rede pública nacional — então veja a abrangência, são milhões de jovens participando", disse ele.

Perguntado na entrevista se o Brasil vai ter algum astronauta na Lua, ele afirma que não existe uma atividade de missões tripuladas na AEB, mas sabe que temos que, gradativamente, ir criando competências para isso. "Se falarmos só das missões brasileiras, teríamos que primeiro começar com missões robóticas, para depois chegar a esse nível de missões tripuladas, dado o custo e o risco que isso implica."

Leia a entrevista completa: Canaltech

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