(andercism/Photopin/)
A curiosidade e vontade de alcançar novos limites é o que mantém os cientistas animados com o trabalho e curiosos sobre o mundo ao nosso redor. Muitas vezes, na ciência, a resposta real geralmente está longe de ser óbvia. A inovação e a invenção são muitas vezes feitas quando olhamos para baixo da superfície e nos perguntamos "por que isso aconteceu?" ou "por que este não é o resultado que eu esperava?"
A curiosidade é um dos maiores pontos fortes que cientistas possuí. Todos os melhores cientistas do mundo compartilham essa curiosidade pelo mundo ao seu redor. Nunca aceitando o que parece óbvio, podendo sempre olhar mais fundo e mais profundamente para um problema.
Essa curiosidade permite oportunidades que eles não teríam se apenas aceitasse os resultados e nunca perguntasse "por quê?". Quando olham para as razões por trás de um processo e pensam sobre as maneiras pelas quais poderíam aplicar isso em outro lugar, começa o processo de descoberta e invenção. Foi exatamente quantas das principais descobertas históricas na ciência surgiram.
Um dos exemplos mais legais disso é na criação da penicilina. Em 1928, Alexander Fleming descobriu a penicilina e pouco depois demonstrou seus efeitos como antibiótico. A questão era que precisava ser produzido em massa para ser um produto farmacêutico viável. Através da curiosidade sincera dos cientistas, foi finalmente descoberto que a melhor variedade de penicilina para produção estava em um cantalupo mofado no Mercado peoria em 1943.
Se não fosse por uma busca mundial e muitos cientistas curiosos, essa descoberta poderia nunca ter sido feita. Por causa dessa curiosidade, inúmeras vidas foram salvas pela penicilina e pelos antibióticos que se seguiram desde então.
Mesmo no seu dia a dia, a curiosidade é uma ferramenta poderosa para o aprendizado e oportunidade cotidianas. Veja as pessoas por trás de Park & Diamond, por exemplo. Eles pegaram algo que entramos em contato todos os dias, capacetes de bicicleta, e se perguntaram: "podemos torná-lo dobrável e, portanto, mais acessível?" Isso os levou a criar um capacete dobrável, um produto verdadeiramente inovador que pode salvar vidas, devido, em parte, a fazer perguntas e buscar uma maneira melhor.
Nosso próprio Alan Sentman disse: "A ciência como campo é inteiramente baseada na curiosidade. A ciência em seu núcleo básico é uma estrutura de processos para observar 'tudo' com o objetivo de entender como ela funciona." Achamos que isso resume muito bem. Qualquer experimento ou medição que não vá como planejado não é uma falha; esse experimento é uma oportunidade para aprender por que acabou do jeito que aconteceu.
A inovação vem quando estamos mais curiosos. Sem curiosidade, podemos ser tentados a aceitar as coisas em um nível superficial e nunca cavar mais fundo. Mas isso não impulsiona a grande ciência.
Quando a curiosidade valeu a pena no seu mundo?
Publicado no Polymer Solutions
